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quarta, 24 de abril de 2013 as 10:02:10 | Dicas para Fotografia
De RAW para JPEG
 

Tutorial ensina a converter um ou mais arquivos no formato RAW para JPEG, utilizando o Processador de Imagens. 

Se você precisa converter um ou vários arquivo no formato RAW para o formato JPEG, o script Image Processor (Processador de Imagens) é uma ferramenta bastante útil. Com ele, você faz a conversão de RAW para JPG, PSD ou TIFF e até mesmo pode converter para os três formatos simultaneamente.
 
Uma das vantagens, é que você não precisa abrir todos os arquivos RAW para fazer a conversão. Basta separá-las em uma pasta em seu HD e através do Image Processor realizar a conversão de todos eles de forma bem mais fácil. Veja como funciona!
 
1º) Com o Photoshop aberto, vá em:
 
File/Scripts/Image Processor (Arquivo/Scripts/Processador de Imagens).
 
011
 
A janela do Image Processor será aberta como mostrado abaixo:
 
02-conversão-de-arquivos-RAW-em-JPEG
 
O procedimento de conversão de arquivos RAW para o formato JPEG é bastante simples. Dividi a tela em partes para que você possa entender como funciona.
 
Você pode converter as imagens que já estão abertas no aplicativo. Mas no exemplo deste tutorial, vamos converter os arquivos RAW que etão salvos em uma pasta em seu HD.
Clique em Select Folder (Selecionar Pasta) e navegue até o local onde estão seus arquivos em RAW e selecione a pasta de arquivos.
 
03-conversão-de-arquivos-RAW-em-JPEG
 
Você pode optar por salvar os arquivos JPEG dentro da pasta dos arquivos RAW, para isso, basta marcar a opção Save in Same Location (Salvar no mesmo Local).
Se você quiser salvar em outra pasta, clique em Select Folder (Selecionar Pasta) e na janela que abrir, selecione o local onde se encontra a pasta que irá receber os arquivos convertidos.
 
04-conversão-de-arquivos-RAW-em-JPEG
 
Selecione os tipos de arquivos e as opções para salvar os arquivos.
 
 
Salvar como JPEG ( Save as JPEG)-  Salva imagens no formato JPEG dentro de uma pasta denominada JPEG, na pasta de destino.
 
Quality (Qualidade) -  Define a qualidade de imagens JPEG entre 0 e 12. No caso deste tutorial configurei com o valor máximo.
 
Redimensionar para Ajustar (Resize to Fit) -  Redimensiona a imagem para ajustá-la às dimensões digitadas em Largura e Altura. A imagem preserva suas proporções originais.
 
Converter Perfil em sRGB (Convert Profile to sRGB) – Converte o perfil de cores em sRGB. Verifique se a opção Incluir Perfil ICC está selecionada para possibilitar que a imagem seja salva junto com o respectivo perfil.
 
Salvar como PSD (Save as PSD) -  Salva imagens no formato Photoshop dentro de uma pasta denominada PSD, na pasta de destino.
 
Maximizar Compatibilidade (Maximize Compatibility – Salva uma versão composta de uma imagem em camadas no arquivo de destino, para possibilitar a compatibilidade com aplicativos que não conseguem ler imagens em camadas.
 
Salvar como TIFF (Save as TIFF) – Salva imagens no formato TIFF dentro de uma pasta denominada TIFF, na pasta de destino.
 
Compactação LZW (LZW Compression) – Salva o arquivo TIFF usando o esquema de compactação LZW.
 
05-conversão-de-arquivos-RAW-em-JPEG
 
Após configurar a tela do Image Processor, clique em RUN (Executar) para iniciar a conversão de seus arquivos RAW para o formato JPEG.
 

 
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terça, 16 de abril de 2013 as 09:25:27 | Dicas para Fotografia
Aplicativos para quem gosta de fotografia
 

 

Conheça quatro aplicativos de fotografia que têm feito a cabeça de leigos e profissionais da imagem
 
SwankoLab1
 
Com a febre dos smartphones no mercado brasileiro, surgiu também uma série de aplicativos de fotografia divertidos ou inusitados, que vão além dos tradicionais editores de imagem e têm feito a cabeça de leigos e profissionais da imagem. Na lista aparece até um app de concurso fotográfico, outro que transforma as imagens captadas pela câmera do celular em desenho estilo cartoon imediatamente, e aplicativo que traz de volta os tempos da revelação analógica. Conheça alguns!
 
Winaminute
 
Lançado em outubro de 2012, o Winaminute é um aplicativo brasileiro de concursos fotográficos que já conta com mais de 200 mil downloads e está presente em 146 países. Profissionais ou não, os usuários podem participar de concursos temáticos com fotos de sua própria autoria e ainda concorrer a vale-compras de diversas lojas. Esse app está disponível para iPhones e Androids e é gratuito.
 
WinAMinute_login
 
Cartoon Camera for Android
 
O principal diferencial desse app em relação a outros que editam imagens talvez seja a possibilidade de se aplicar os efeitos em tempo real. As imagens captadas pela câmera do celular são transformadas imediatamente em desenho estilo cartoon. O usuário pode investir em filtros, como sépia, nanquim e em cores fortes nas suas fotografias. O aplicativo tem duas versões: uma gratuita e outra paga, e está disponível para Android.
 
Cartoon Camera
 
SwankoLab
 
Para quem achava que quartos escuros, produtos químicos e as fotografias penduradas tinham ficado para trás com a popularização das câmeras digitais, o aplicativo SwankoLab traz de volta os tempos da revelação analógica. Nele, o usuário escolhe a foto e os diferentes produtos químicos para fazer a mistura. Depois é só acionar uma alavanca que a revelação tem início. O aplicativo possui oito químicos, mas os usuários podem adquirir pacotes extras pagos. Disponível para iPhone, iPad e iPod Touch.
 
swlab_04
 
Cinemagram
 
Esse aplicativo permite que os usuários filmem alguns segundos de imagem e escolham uma parte dela para se movimentar. Outra função disponível são os diversos filtros ao estilo “Instagram”. Disponível gratuitamente para iPhone.
 
Cinemagram
 
 
 

 
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sexta, 05 de abril de 2013 as 12:53:34 | Dicas para Fotografia
Não confunda “Highlight” com “Hair Light”
 

E aí, quando alguém fala em highlight, você sabe do que se trata?
O highlight (ráiláit) nada mais é do que uma ou mais áreas da imagem fotografada que ficaram com o brilho em destaque. Só isso. Procurando pela tradução da palavra highlight, chega-se em realce. Então highlights são os pontos onde há realce da luz na composição da foto (ou os pontos que ficaram mais brilhantes para simplificar). Esses pontos de realce da luz podem ser produzidos intencionalmente, como parte da linguagem fotográfica do autor, ou podem ser desastrosamente produzidos de forma involuntária. Na figura abaixo é possível identificar pontos de highlight, mas mesmo assim os detalhes do objeto fotografado são nitidamente identificados.

highlight 1 Não confunda Highlight com Hair Light!
 
Por isso é preciso muita atenção, em uma imagem super-exposta, o brilho excessivo nas áreas de highlight ocasionam perda de informação. Ao fotografar composições com fontes de luz ou reflexos muito intensos, se não forem tomadas as devidas providências para evitar a superexposição, estes pontos podem se tornar highlights sem possibilidade de recuperação da imagem, principalmente na fotografia digital.
Nestes casos, o sensor é estimulado com intensidades de luz em níveis superiores ao que ele consegue ler e acaba reconhecendo todos esses variados níveis de luz como o máximo valor de branco, perdendo assim as informações de diferenças de tonalidade e contornos da área que sofreu highlight. Quando isso acontece, é comum escutar que a “imagem ficou estourada” ou “estourou a luz” em dada área da foto. O termo “estourar” é usado nestas situações. Abaixo vemos um exemplo em que a imagem ficou estourada, os contornos dos objetos se confundem com o fundo branco e detalhes são perdidos nas áreas de highlight.
highlight 2 Não confunda Highlight com Hair Light!
 
Tá legal, e o tal do Hair Light? O que tem a ver com o highlight?
Já o hair light (rérrláit) é o ato de direcionar uma porção de luz para os cabelos da modelo fotografada (geralmente de cima para baixo) com intenção de criar um brilho, um reflexo, e desta forma realçar e definir os contornos do cabelo.
Então o hair light é quando criamos um highlight nos cabelos do modelo.
O que um tem a ver com o outro? Highlight refere-se a um fenômeno da luz na fotografia. O Hair light é uma técnica de iluminação que se utiliza do highlight. E você está PROIBIDO de confundir um com o outro a partir de hoje.
Não existe hair light no reflexo da luz do sol na superfície do mar, ok? Só existe highlight 
Aproveitando o embalo, e os Darks… adivinha o que é?
Darks (se fala dárks mesmo…) ou sombras, são as áreas da imagem que recebem o mínimo de iluminação, gerando áreas escuras na composição. Da mesma forma que o highlight, uma área de sombras pode acarretar em perda de informação se possuir tão pouca luz, ou sofrer sub-exposição de tal forma que não seja suficiente para sensibilizar o sensor ou filme.
Na figura abaixo, é possível notar a área de sombras no rosto da criança que prejudicou a identificação dos contornos dos olhos, nariz e boca.
 
darks Não confunda Highlight com Hair Light!
 
Sejam highlights ou darks, caso a luz disponível não esteja dentro da gama de intensidade de luz para a correta sensibilização do sensor ou filme, o que acontece é que aquilo que deveria ser representado em variados níveis de cinza são interpretados como tudo branco (highlights) ou tudo preto (darks). Em geral, o filme apresenta o efeito de forma mais suave, deixando a imagem “menos feia” caso ocorra um desses problemas. Já na fotografia digital, as áreas problemáticas se destacam mais ficando com os limites mais definidos.
A “gama de intensidade de luz para correta sensibilização do filme” tem nome e se chama latitude. Este assunto é lindamente discorrido no artigo do Queimando Filme, blog especializado em fotografia analógica, vale a leitura.
De maneira geral, se você estiver usando uma câmera digital, é preferível recuperar fotos sub-expostas. O sensor digital tem maior latitude nas áreas de sombras. Mas caso esteja usando filme, é preferível trabalhar com super-exposição pois estes possuem maior latitude nas áreas de highlight.
No processo de recuperação digital de uma imagem super-exposta ou sub-exposta, é importantíssimo que a imagem tenha sido capturada em RAW. RAW (wró) é o equivalente ao negativo em fotografia digital, é um arquivo que possui muito mais informações da imagem capturada do que qualquer outro tipo de arquivo, mesmo um JPEG gravado em super-fine sem compactação não chega nem perto de um RAW. Portanto se sua câmera permitir, fotografe em RAW!! E exercite a manipulação da imagem com este tipo de arquivo. Você vai notar uma diferença absurda. Leia um excelente comparativo sobre JPG vs RAW aqui no Fotografia-DG
Veja as diferenças abaixo num exemplo de recuperação de fotografia utilizando RAW e JPEG. Note como na recuperação do arquivo RAW ocorre menos distorção de cores.
 
comarativo raw Não confunda Highlight com Hair Light!

 
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segunda, 25 de março de 2013 as 08:04:16 | Dicas para Fotografia
Entendendo as Objetivas: As nomenclaturas das lentes
 

 

O “nome completo” de uma objetiva costuma ser algo assim: Nikon 18-105mm f/3.5-5.6G AF-S DX ED VR.
 
Objetiva Nikkor 18 105mm Entendendo as siglas das objetivas e sistemas
 
Esse importante detalhe pode vir escrito tanto no corpo da objetiva (exemplo acima) como na borda da mesma. Também poderá estar gravado em ambos os locais.
Vamos então decifrar cada um desses hieróglifos”.
 
Objetiva Nikkor 18 300mm Entendendo as siglas das objetivas e sistemas
Objetiva Nikkor 18-300mm
 
No exemplo acima, Nikon é a marca da objetiva.
 
18-300mm são as distâncias focais mínima e máxima que a objetiva pode atingir. Neste caso, a mínima é 18mm e a máxima é 300mm. Dividindo a distância focal máxima pela mínima podemos descobrir a quantidade de zoom óptico que a objetiva nos oferece.
 
f/3.5-5.6 é a abertura máxima que a objetiva consegue usar em cada distância focal, mínima e máxima. Ao invés de “f/”, por vezes pode estar “1:” no começo, ficando com o formato 1:3.5-5.6. O significado é o mesmo. No exemplo citado, a distância focal mínima é 18mm e a máxima 300mm. Isto significa que deixando a objetiva em 18mm, a abertura máxima que conseguimos usar é f/3.5. Já deixando em 300mm, f/5.6.
 
Os detalhes citados até aqui estão presentes em todas as objetivas, já os próximos, em cada tipo e marca de objetiva podem existir ou não uma ou outra abreviatura que define um recurso incluso na objetiva.
 
No caso do exemplo acima, de uma objetiva Nikon, a letra G significa que a mesma não tem anel de controle de aberturas e é própria para o uso com câmeras que permitem o controle da abertura no próprio corpo.
 
AF-S significa que o foco é conduzido por um motor silencioso contido na própria objetiva. Objetivas AF-S são as mais indicadas para as DSLR de entrada, que normalmente não possuem motor de foco interno.
 
DX é uma objetiva projetada exclusivamente para as câmeras que possuem o sensor do tamanho DX, com o fator de corte de 1.5x. Menor e mais leve do que objetivas FX. Em geral elas não são utilizáveis nas câmeras com o sensor Full Frame.
 
ED obetivas com esta sigla possuem um vidro de alta qualidade que corrige a aberração cromática, um tipo de distorção de imagem e cor que ocorre quando os raios de luz de vários comprimentos de ondas passa através do vidro ótico e não convergem ou entram em foco no mesmo ponto.
 
VR essa objetiva possui redução de vibração, que minimiza o borrado na imagem causado pela tremura da câmera.
 
Temos, portanto no exemplo informado, uma objetiva Nikon, com zoom de 18 a 300mm, f3.5 e f5.6 são as abertura máximas que a objetiva consegue usar em cada distância focal, mínima e máxima (18mm e 105mm). O seu controle de abertura de diafragma será realizado no corpo da câmera. Possui foco automático incorporado. É apropriada para uma câmera com sensor DX e foi construída com vidro de alta qualidade que corrige aberrações cromáticas.
 
Agora que você já sabe onde encontrar e como decifrar a sopa de letrinhas que estão no aro externo ou no corpo de sua objetiva, vejamos as abreviaturas utilizadas por algumas marcas. Lembrando que também é sempre interessante realizar uma leitura no manual da nova objetiva adquirida.
 
Nikon
 
D/G : As objetivas tipo D e G informam a distância entre a câmera e o assunto ao corpo da autofocus Nikon, o que tornou possível avanços na fotometria matricial 3D e no sensor para flash um preenchimento mais equilibrado.
 
D (Distance): As objetivas com um “D” ao lado da máxima abertura utilizada pela objetiva (Por exemplo: f/1.4D), tem um anel de controle de abertura na própria objetiva. Estas objetivas informam a distância do assunto focalizado para as câmeras que possuem sistema de medição de matriz colorida 3D e flash multi sensor 3D.
 
G: As objetivas com um “G” ao lado da máxima abertura utilizada pela objetiva (Por exemplo: f/3.5-5.6G), não tem anel de controle de aberturas e são próprias para o uso com câmeras que permitem o controle da abertura no próprio corpo. As objetivas G também informam a distância do assunto focalizado para a câmera.
 
AI – Aperture Indexing : Em 1977 a Nikon lançou uma série de objetivas que podiam comunicar a abertura da objetiva para o corpo da câmera através de um contato mecânico. Estas objetivas são facilmente identificadas pela “orelhas” de metal no seu topo (ver imagem). As que apresentam pequenos furos em cada orelha são objetivas AI ou AI-S.
 
AI-S : Outra variação das objetivas F da Nikon lançada em 1981. Essencialmente são objetivas AI com suporte para algumas automações a mais, como transmissão linear de informação de abertura.
 
AF (Autofocus): Estas objetivas conseguem fazer o foco automaticamente, mas dependem exclusivamente de uma câmera que possua motor de foco incorporado ao corpo. Objetivas AF não são indicadas para as DSLR de entrada, pois as mesmas não terão foco automático, uma vez que normalmente as DSLR de entrada não possuem motor de foco incorporado ao corpo.
 
AF-S (Autofocos Silent): O foco é conduzido por um motor silencioso contido na própria objetiva, ao invés do motor barulhento da câmera. Estas  objetivas fazem o foco mais rápido do que as AF e em quase completo silêncio. Objetivas AF-S são as mais indicadas para as DSLR de entrada, que normalmente não possuem motor de foco interno.
 
AF-I (Autofocus Integrated): Objetivas AF-I são similares as AF-S, porém menos silenciosas. Também são indicadas para uso nas DSLR de entrada. Em 1992 a Nikon seguiu o exemplo da Canon lançando uma nova serie de objetivas com motor integrado ao corpo da mesms. Até então a Nikon só produzia sistemas autofoco no corpo das câmeras. Estas objetivas são equivalentes às USM da Canon.
AF-D : Uma das muitas variações da linha de objetivas F da Nikon. As objetivas Nikon tipo AF podem transmitir informações de distância para o corpo da câmera. Os dados de distância do foco é usado pelo sistema de medição de matrix 3D da Nikon e pelo sistema de medição 3D dos flashes.
 
AF-DX : São objetivas autofoco Nikkor projetadas para SLR digitais Nikon com fator de corte de 1.5x. Elas são menores e mais leves que as Nikkor padrão devido à não ter que cobrir todo o sensor (não fullframe). Em geral elas não são utilizáveis em corpo Nikon 35mm.
 
DX: São objetivas projetadas exclusivamente para as câmeras que possuem o sensor do tamanho DX, com o fator de corte de 1.5x. Elas são menores e mais leves do que as objetivas FX, devido a não ter que cobrir todo o sensor. Em geral elas não são utilizáveis nas câmeras com o sensor Full Frame. Sendo menores, se utilizadas em câmeras com sensores maiores, podem causar um efeito indesejável chamado vinheta, que faz as bordas da foto ficarem escuras.
 
FX: Ao contrário das objetivas DX, as objetivas FX são projetadas para o padrão Full Frame, por conseguir cobrir toda a área do sensor. Objetivas FX podem ser usadas sem problemas em câmeras com o sensor DX, por cobrirem uma área maior do que o tamanho total do sensor.
 
ED (Extra-Low Dispersion Glass): Objetivas ED possuem um vidro de alta qualidade que corrige a aberração cromática, um tipo de distorção de imagem e cor que ocorre quando os raios de luz de vários comprimentos de ondas passa através do vidro ótico e não convergem ou entram em foco no mesmo ponto. As objetivas com vidro ED proporcionam recorte e contraste superiores, até mesmo na máxima abertura do diafragma. Super ED é um novo tipo de vidro que é usado junto com o ED em algumas lentes para diminuir ainda mais a aberração cromática.
 
VR ( Vibration Reduction): Uma inovação ótica que minimiza o borrado na imagem causado pela tremura da câmera. Proporciona o mesmo efeito que se fosse feito 3 pontos de velocidade do obturador a mais. A versão VR II pode equivaler até 4 pontos. O VR é mais comum em objetivas zoom e tele objetivas.
 
DC (Defocus Control): É um tipo de objetiva que permite ao fotógrafo controlar o grau de aberração esférica no fundo ou à frente do assunto apenas girando o anel DC. Isto vai criar uma área circular de desfoque que é ideal para fotografia de retratos. Com o controle DC na posição zero, uma objetiva DC atua como uma objetiva convencional, com o mesmo comprimento e abertura máxima de diafragma.
 
CRC (Close Range Correction): Aumenta a qualidade da imagem em pequenas distâncias de foco. Os elementos da objetiva são arranjados em um design baseado no “elemento flutuante” em que cada grupo de lentes move-se independentemente para fazer o foco. Isso confere uma performance superior da objetiva em fotos à curta distância.
 
PC (Perspective Control): Objetiva cujo eixo lateral pode ser alterado em relação ao plano do sensor, permitindo o reposicionamento da câmera para reduzir a convergência das linhas verticais em fotografias de arquitetura.
 
N (Nano Crystal Coat): Nano Crystal é um tratamento na superfície das lentes, um revestimento que, em comparação com objetivas comuns, produz uma sensível redução da reflexão da luz que incide perpendicularmente ao eixo. Além disso, o Nano Crystal reduz o efeito fantasma e as perdas causadas pelo flare, uma espécie de luz em forma de bola que costuma aparecer principalmente em fotos com luz direta do sol.
 
RF (Rear Focusing): Sistema em que somente o grupo ótico traseiro da objetiva se movimenta para atingir o foco. Este sistema faz o foco automático mais rápido e suave.
M/A (Manual/Automatic): É um modo de foco disponível em algumas objetivas que permitem mudar de foco automático para manual sem perda de tempo, simplesmente girando o anel de foco.
 
Micro: Objetivas Micro, também chamadas de Macro, são objetivas que conseguem focar de uma distância muito pequena entre a lente e o assunto, possibilitando obter mais detalhes em fotos de assuntos minúsculos. São as objetivas para macrofotografia da Nikon.
 
IF : Foco interno, ou seja, o movimento dos elementos estão resumidos à parte interior, sem alteração de tamanho externo da objetiva, o que permite objetivas mais compactas e leves, além de distância de foco mais curtas.
 
ED : São objetivas que têm o cristal ED de dispersão mínima de luz, o qual reduz muito as aberrações cromáticas, com ganhos em nitidez e reprodução de cores.
Canon
 
DO (Diffractive Optics): Esta tecnologia para lentes foi desenvolvida pela Canon. Usa um elemento com ranhuras extremamente finas e uma película de difração gravada. Estes elementos usam o princípio de da ótica difrativa para desviar a luz. A vantagem das objetivas DO é que elas podem ser feitas menores e mais leves do que as objetivas normais. A desvantagem é que elas são muito caras. Objetivas DO são identificáveis pelo anel verde claro impresso ao redor do final do corpo da objetiva. Atualmente, somente a nova 400 mm f/4 L IS USM tem essa característica.
A Canon também desenvolveu um novo tipo de camada usando três novas camadas difrativas, resultando em imagens de alta qualidade com altos níveis de resolução e contrastes, chegando inclusive a rivalizar com algumas objetivas da série L.
 
EF (Electro Focus – Focagem Eletrônica): Este mount trata-se de um sistema totalmente eletrônico de transmissão de informações entre objetiva e o corpo da câmera. Foi introduzido pela Canon em 1987, projetado para os corpos do sistema EOS. O sistema eletrônico trouxe várias implementações novas para o mount, como redução de ruídos, maior precisão e rapidez de foco, controle eletrônico de abertura, entre outros, graças a um microchip implementado na objetiva, que pode informar problemas e algum mal funcionamento, garantindo maior confiabilidade de operação.
 
Todas as objetivas EF são auto foco não se encaixam em nenhum outro corpo de Canon. Elas possuem diâmetro interno de 54mm e externo de 65mm, maiores do que qualquer outro sistema 35mm do mercado. Para diferenciar das demais objetivas Canon, possuem um ponto vermelho próximo ao mount de encaixe ao corpo.
 
 EF-S (Electro Focus Short Back Focus): Definição para uma variação da baioneta padrão EF usada pelo sistema EOS. A EOS 300D/Rebel Digital/Kiss Digital lançada em 2003 suportava uma variação diferente das objetivas EF comuns. As objetivas EF-S 18-55mm 3.5-5.6 foram produzidas com uma distância focal posterior mais curta. Isto permitiu que a Canon produzisse objetivas grande angulares mais baratas para usuários de suas DSLR, que usavam sensores com tamanho APS-C de imagem movendo os elementos traseiros para mais perto do sensor de imagem. O corpo, cujo mecanismo do espelho foi modificado para se ajustar à distancia focal posterior era compatível com as objetivas EF e EF-S, mas as objetivas EF-S somente eram compatíveis com o corpo EF-S. As objetivas EF comuns possuem um ponto vermelho saliente como índice de encaixe da baioneta. As objetivas EF-S usam quadrados brancos.
 
EOS (Electro-Optical System): Nome do sistema das câmeras SLR da Canon e seus acessórios lançados em 1987. As objetivas da linha EOS são totalmente controladas eletronicamente. Não possuem nenhum dispositivo mecânico para foco ou ajuste de abertura. Todos os ajustes são feitos por motores construídos na objetiva e não no corpo da câmera. Embora isso acrescente custos na fabricação da objetiva, tem a vantagem de cada motor de lente poder ser otimizado para o tamanho e tipo específico da objetiva ao invés de prender o sistema do corpo da câmera, que precisa se ajustar à qualquer objetiva que seja acoplada.
 
IS (Image Stabilization): Um complexo sistema computadorizado, construído dentro de uma série de objetivas vendidas pela Canon. Este sistema permite que a objetiva compense pequenos movimentos da câmera. As objetiva IS possuem sensores giroscópicos que detectam movimentos e pequenos motores que alteram fisicamente um elemento ótico ou um grupo de elementos para compensar adequadamente o movimento. As objetivas IS são extremamente úteis em condições de luz insuficiente, elas dão um ou dois pontos extras na abertura. Assim é possível usar velocidades mais baixas do que o normal. Elas não são úteis quando há muito movimento no assunto.
 
L: Essa é simplesmente a linha mais top de objetivas da Canon. São objetivas especiais, profissionais, com elementos óticos de primeira linha (construídos a partir de cristais UD, S-UD ou fluorita, além de elementos Asféricos, tratamento apocromático e anti-reflexivo). Possuem foco e retrofoco internos (I/R) de última geração, dando maior velocidade ao foco automático; com foco manual a um toque com ação não interrompida, (mesmo no autofocus o fotógrafo pode ajustar manualmente o foco sem precisar acionar a chave de modos de foco).
 
As objetivas L não possuem uma denominação definida pela Canon. Uns dizem se tratar de “Low Dispersion” (baixa dispersão) por conta da altíssima tecnologia. Alguns fãs ardorosos chegam a dizer que se trata de “Luxury”, devido ao seu alto grau de qualidade, sofisticação e preço extremamente elevado.
 
UD (Ultra Low-Dispersion Glass): Objetivas fabricadas com vidros UD tem um índice de refração de luz menor do que as de vidro comum. Tais elementos são normalmente usados para corrigir a aberração cromática.
 
USM (Ultrasonic Motor – Motor Ultrassônico): Nome dado pela Canon para seu sistema de motor de objetiva ultrassônico. Os motores ultrassônicos trabalham com o princípio do movimento induzido por vibração de alta frequência. Assim as objetivas USM focam extremamente rápido e são quase silenciosas para o ouvido humano. Objetivas Ring USM (que possuem o motor em um conjunto de anéis ao redor do corpo) não usam engrenagens o que torna possível o foco manual em tempo integral (FTM – Full-time Manual). Objetivas USM com micromotores mais baratos, entretanto, usam engrenagens e normalmente não suportam FTM. As objetivas não-L com motor USM são identificadas pela faixa dourada impressa no final do corpo.
 
FD (Manual Focus – Focagem Manual): Sistema manual de objetivas da Canon, largamente utilizado nos anos 70 e 80. Essas objetivas usam um sistema alavancas e pinos mecânicos para transmitir informações de abertura para o corpo da câmera. Não podem ser usadas diretamente em corpos de câmeras da linha EOS, salvo se utilizado adaptador próprio.
 
MP-E (Macro Photographic-EOS): É a designação da única objetiva dedica exclusivamente a macrofotografia da Canon, sendo o “E” da designação relativa ao sistema EOS, em oposição ao antigo sistema FD que também tinha objetivas macro dedicadas. Objetiva de foco manual e que não realiza foco no infinito, não permitindo outros tipos de usos exceto macrofotos. É uma objetiva para sensor Full Frame, sendo baseada no mount EF.
 
STM (Stepping Motor – Motor de Passo): Anunciado em junho de 2012, foi lançado especificamente para a melhoria do foco quando utilizado o modo vídeo e o live view, por permitir um autofoco mais suave e silencioso.
 
TS-E (Tilt Shift Lens): A correção de perspectiva era uma possibilidade exclusiva das câmeras de grande formato até então. Depois vieram os flex-body da hassel, depois as objetivas short-barrel para a Mamiya e então o sistema TS da Canon para o mundo 35mm e SLR digital.
 
Essa objetiva permite ao fotógrafo controlar em que ângulo vão estar os planos que limitam a profundidade de campo. A focagem não fica paralela ao filme, mas como se estivesse em uma diagonal.
 
Ela serve por exemplo para “desentortar” linhas convergentes quando não se fotografa no mesmo plano do assunto, como por exemplo, prédios que de forma natural iriam convergir para o centro da imagem. Ela permite que esses edifícios se mantenham retos e alinhados.
 
Sigma
 
ASP – Aspherical: Objetiva com elemento asférico. Os elementos não esféricos de uma objetiva podem reduzir o numero total de elementos necessários em um tipo de objetiva. Eles podem melhorar o desempenho e ao mesmo tempo reduzir o peso e o tamanho da objetiva. As objetivas Aspherical maximizam a qualidade ótica e minimizam o tamanho e o peso das mesmas. As objetivas Aspherical reduzem alguns problemas normalmente associados com grande angulares e zooms, tais como flare e distorções das bordas.
 
APO (Apochromatic): Objetiva com design apocromático e com cristal SLD, que baixa a dispersão para diminuir a aberração cromática.
 
IF/RF (Internal Focusing/Rear Focusing): Foco interno e retro foco, como o sistema de outras marcas.
 
HSM – Hyper Sonic Motor: ou motor hiper-sônico, que movimenta o autofocus.
 
UC – Ultra Compact: ou objetiva ultracompacta: pequena e leve.
 
DL – De Luxe: ou de luxo, objetiva com acabamento especial e preço atraente.
 
DF – Dual Focus: ou foco de duas formas, que permite a correção do foco automático manualmente.
 
HF – Helical Focus: ou foco helicoidal, de forma espiral, para eliminar a rotação da lente frontal.
 
EX – Excellence: ou excelente, que define a objetiva profissional da marca.
 
HSM (Hyper Sonic Motor): Motor hiper-sônico que movimenta o autofoco.
 
UC (Ultra Compact): Objetiva ultra compacta, muito pequena e leve.
 
DG: Estas são objetivas de aberturas grandes, com angulações e distâncias focais curtas. Com abundância de iluminação periférica, são ideais para câmeras DSLR, mantendo a usabilidade para as antigas SLR de filme.
 
DC: Estas são objetivas especiais feitas para que a imagem encaixe no sensor APS-C da maioria das câmeras DSLR. A sua construção leve e compacta ajudam bastante.
 
Tamron
 
ASL (Aspherical Lens): Maximizam a qualidade óptica, minimizando o número de componentes e, consequentemente, tamanho e peso das mesmas. Evitam distorções nas bordas.
 
LD (Low Dispersion): Diminui a aberração cromática. É semelhante a Nikon ED, a Canon UD e a Sigma APO.
 
DI: Objetivas otimizadas para as DSLR. Melhoram a distribuição de luz. Podem ser usadas em SLR de filme também. Semelhante a Sigma DG.
 
DI-II: Desenhadas exclusivamente para as DSLR com sensores de tamanho APS-C. Menores e mais baratas. Não servem para as DSLR Full Frame, pois causam distorções. Semelhantes as Nikon DX e as Sigma DC.
 
IF (Internal Focusing): Foco interno. Não modifica o tamanho externo da objetiva.
 
XR (Extra Refractive Index Glass): O XR aperfeiçoa uma distribuição geral do poder óptico e também reduz várias aberrações para o mínimo absoluto, enquanto atinge notável compactação. Além disso, o posicionamento adequado de dois elementos híbridos esféricos mantém a performance da imagem, e diminui e comprime o sistema óptico inteiro.
 
SP (Super Performance): Série de objetivas de alta performance, indicadas para uso profissional. Similar as Canon L e as Sigma EX.
Pentax
 
 
AL – Aspherical: Objetiva com elemento asférico.
 
ED:  Objetiva com elemento ótico de baixíssima dispersão de luz.
 
IF :  Internal Focusing, ou foco interno, como o sistema de outras marcas.
 
FA : Objetiva autofocus.
 
Minolta
 
AF : Objetiva autofocus.
 
APO : Define uma objetiva apocromática, com elementos óticos para que haja menor aberração cromática.
 
G - São as objetivas especiais da marca, com maior abertura e alto desempenho.
 
Estes são os recursos encontrados nas objetivas de algumas das principais marcas existentes no mercado. Agora quando o amigo “entendido” de fotografia ou o balconista da loja fizerem questão de falar somente em códigos vocês saberão do que se trata.
Fiquem atentos aos detalhes em vossa próxima compra, pois outros códigos existem e virão.
 
Boa sorte e boas fotos.

 
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segunda, 25 de fevereiro de 2013 as 11:10:06 | Dicas para Fotografia
Afinal o que significa resolução?
 

Quando ela influencia a qualidade da imagem

Soa óbvio e banal, mas, muitos fotógrafos profissionais e designers gráficos com dúvidas sobre o real significado da resolução da imagem. Apesar de ser importante até mesmo na escolha do tamanho de uma TV para nossa casa…
Fala-se em uma infinidade de expressões como “resolução”, “tamanho”, “megapixel”, “full-hd” ou “contraste” que muitas vezes, até quem vive em contato com esse aparato todo pode ficar confuso.
 
Resolução Imagem Afinal o que significa resolução?
 
A fotografia desde sua origem histórica é constituída mantendo-se o mesmo princípio. Um aglomerado de pontos que variam em quantidade, cor e tonalidades.
Seja em um papel, plástico ou numa tela de leds, no caso das TVs atuais, cada imagem é formada por vários pontos. Chamados de “pixels” (abrev. px) nos equipamentos eletrônicos como computadores, câmeras digitais e smartphones. A quantidade de pixels determina os detalhes que podem ser mostrados na fotografia, são grandezas diretamente proporcionais.
A relação da quantidade de pontos que formam uma imagem com o tamanho que esta imagem é exibida é chamada de Resolução. Daí a sigla utilizada no nosso sistema para definir resolução ser DPI – Dots per inch, que significa Pontos por polegada. Veja o exemplo a seguir:
 
Temos três imagens medindo 1 polegada x 1 polegada cada, com quantidade de pixels de 1, 2 e 3. Podemos dizer que elas têm a mesma dimensão e variam a resolução.
Agora veja este exemplo:
 
pixels 2 Afinal o que significa resolução?
 
Neste caso temos imagens com 1 px cada. Mostradas em tamanhos diferentes: 1, 2 e 3 polegadas. Dividindo-se a quantidade de pontos pela área que ocupam temos a resolução de cada uma. À medida que ampliamos a imagem, a resolução diminui.
A seguir uma fotografia com 600px de largura por 370px de altura.
 
Fotografia com 600px de largura por 370px de altura Afinal o que significa resolução?
 
E a resolução?
 
Cada um de nós está visualizando esta imagem de forma diferente. Um monitor de 21” não pode ser comparado com um tablet. Considerando-se as impressões em grande formato como banners e uma impressão em A4 de uma impressora comum para uso doméstico, também vamos encontrar muita variação de tamanho, portanto, variação de resolução. No entanto, vou calcular a resolução aqui, no meu computador, com monitor de 17” e ajustes de vídeo para 1280 x 1024px.
1- Com uma régua, meço a largura e a altura da imagem no monitor.
Encontro os seguintes valores: 13,3cm – largura e 8,2cm – altura.
2- Agora uso a calculadora para converter as unidades de cm para polegadas, pois é a unidade padrão do nosso sistema de medidas.
 
Converter unidades Afinal o que significa resolução?
 
E as medidas ficam em 5,2 pol x 3,2 pol.
3- Agora vamos dividir a dimensão em pixels pela dimensão em polegadas:
600 / 5,2 = 115,38
370 / 3,2 = 115,62
Resolução: 115,5
 
Podemos simplificar e ver este valor no Photoshop na janela de Ajuste de Tamanho de Imagem:
 
Ajuste de Tamanho de Imagem Afinal o que significa resolução?
 
Desmarque a caixa “Resample Image”
Certifique-se que as caixas de unidades estão ajustadas para inches
Digite nos campos Width ou Largura e Height ou Altura, os valores encontrados com a régua.
Veja no campo Resolution a resolução encontrada.
Sabendo como a resolução é definida podemos concluir que não basta uma imagem grande, ela precisa conter a quantidade de pontos para se atingir a resolução desejada.
Não se pode afirmar a resolução de uma imagem até esta ser transferida para um meio físico, seja uma tela de LCD ou um papel fotográfico.
Seguem algumas resoluções mais comuns:
 
>Impressão em gráfica: 300 dpi
>Jornal: 150 dpi
>Banner: 100 dpi
>Lonas para fachadas e exteriores: 50 dpi
>I-pad: 133 dpi
>TV de 32” – Full-HD: 70 dpi
 

 
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