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quinta, 10 de maio de 2012 as 10:39:18 | Dicas para Fotografia
Qual formato utilizar: JPEG, TIFF ou RAW
 

Qual o melhor formato para se fotografar, JPEG, TIFF OU RAW? Atuamente, a maioria das câmeras profissionais nos permitem escolher qual formato usar,mas muitos fotógrafos acabam utilizando somente o JPEG, muitas vezes por não saberem as diferenças entre cada um. Cada formato tem suas vantagens e desvantagens, e é bom conhecê-las para fazer a escolha certa.

 
JPEG
 
Atualmente, todas as câmeras digitais disponíveis no mercado fotografam utilizando o formato JPEG, um padrão de imagens que gera arquivos relativamente pequenos e de alta qualidade, além de ser compatível com todos os programas de edição de imagens.
 
Além de todas estas vantagens, o formato JPEG é prejudicial às fotos por adotar um método de compressão que acarreta danos, descartando pequenas quantidades de informação de cor toda vez que a foto é salva. Cada comando de gravação causa sucessivas perdas, então cada vez que manipulamos uma imagem em um programa de edição e salvamos, estamos causando perdas que não podem ser recuperadas. Nestes casos, quando um programa pergunta em que qualidade queremos gravar o arquivo, ele está definindo a taxa de compressão a ser utilizada. Este é um efeito equivalente ao que ocorria nas repetidas gravações de cópias de fitas de áudio e de vídeo.
 
Apesar destas perdas, o JPEG é o formato mais utilizado devido ao seu pequeno tamanho, sendo ideal para o uso em sites da internet. É uma questão de qualidade X velocidade. Para minimizar o problema use taxas de compressão baixas, mas se você não abre mão de uma boa qualidade e deseja evitar este problema, utilize um outro formato de arquivo: o TIFF.
 
TIFF
 
Alguns modelos de câmeras também nos permite salvar as fotografia no formato TIFF, que deve ser utilizado por quem não deseja que as fotos percam qualidade. Este se trata de um padrão que gera arquivos grandes, por não terem compressão, mas as fotos ficam praticamente inalteradas, sem perder nenhuma informação.
 
Seu uso fica restrito a programas que têm compatibilidade com este tipo de arquivos, e manipulá-los é um processo mais lento. Seu grande tamanho inviabiliza o uso destes arquivos na internet, e além disto, um cartão de memória com maior espaço será necessário. 
 
RAW
 
Os arquivos RAW são uma espécie de negativo digital, pois as imagens não são processadas pela câmera antes de serem gravados por ela. Ele não descarta nenhuma informação, então salva ainda mais ifnormações de cor que o JPEG e o TIFF. Desta forma, as fotografias são salvas antes de aplicar balanço de brancos, aprimoramento da nitidez, ou qualquer outro efeito, sendo um grande benefício do formato. Um arquivo RAW é exatamente o que é capturado pelo sensor no momento em que você pressiona o disparador.
 
Os arquivos RAW nos dão muito mais controle sobre a aparência final da imagem, e permitem que o balanço de brancos e até mesmo a exposição sejam manipulados e corrigidas, o que para muitos fotógrafos pode ser uma grande vantagem. Mas este pode ser um processo trabalhoso e que requer paciência e tempo do fotógrafo no processamento em programas específicos, como o Photoshop Lightroom. Sua maior desvantagem está relacionado ao tamanho dos arquivos e ao tempo que a câmera leva para salvá-los. Há câmeras, por exemplo, que demoram cerca de 40 segundos para salvar cada imagem no cartão de memória!
 
Conclusão
 
Se você deseja utilizar pouco espaço de armazenamento e quer enviar suas fotos para a internet, use o formato JPEG.  Se você deseja que suas fotos não percam qualidade, e não se importa com o espaço necessário para salvar os arquivos, utilize o formato TIFF. Mas se você deseja ter a maior fidelidade de cores possíveis, ter a possibilidade de corrigir pequenas falhas, e não se importa em gastar parte de seu tempo no processamento das imagens, utilize o formato RAW.
 

 

                                                                                                                 

 

 

 

 

 
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quinta, 10 de maio de 2012 as 09:44:22 | Dicas para Fotografia
Diferença entre o Photoshop e o Lightroom
 

O Lightroom é um software de processamento digital e fluxo de trabalho de imagens digitais. Aplicativo, de processo não-destrutivo, dedicado a organizar e processar imagens.

Objetivos: Dar ao participante um entendimento do workflow (fluxo de trabalho) com ênfase na organização física e lógica dos arquivos digitais.
 
Conteúdos: Estrutura visual da interface gráfica, catálogos, pastas e coleções. Configuração básicas do software, uso do histograma. Ingestão e backup, escolhas de imagens, processamento e limpeza, edição externa, exportação e impressão, arquivamento, uso de metadados e de palavras chaves. Diferenciação de arquivos digitais JPEG, RAW, DNG. Conceitos básicos de cor.
 
A diferença entre Lightroom e Photoshop é imensa! São dois aplicativos com propósitos diferentes (o que faz com o que o uso dos dois em uma mesma foto seja até indicado.)
 
O Photoshop é um aplicativo de edição de imagens. Ele edita os pixels do arquivo e assim temos bastante controle ao editar detalhes ou grandes manipulações. Isso também faz com que, a cada edição, percamos dados (qualidade) da foto, pois estamos editando pixels.
 
O Lightroom é um aplicativo voltado para fotógrafos. Com ele você organiza as fotos de várias formas, facilita o processo de impressão e publicação na web e, também, edita. Mas a edição no Lightroom é bem mais específica (e fina.) É uma edição sem perda de qualidade (feita por um arquivo de “instruções”, não diretamente na imagem.) A edição do Lightroom deve ser comparada à edição encontrada no Adobe Camera RAW (que quem tem Photoshop e fotografa em RAW já deve conhecer.)
 
Lightroom
 
1. Passo as fotos do cartão de memória para o computador
2. Adiciono metadados relativos àquelas fotos (desde copyright até palavras chave)
3. Organizo minhas sessões em um catálogo
4. Vendo as fotos de uma sessão eu organizo e seleciono as melhores, as escolhidas pelo cliente, as que deverão ser excluídas…
5. Depois de fazer uma seleção (minha ou do cliente) faço uma edição fina nas fotos (que pode ser ajuste de exposição, recuperação de sombras ou luzes, redução de ruído…)
 
Photoshop
 
6. O que não é possível fazer no Lightroom (como montagens e modificações de pixel) faço no Photoshop.
 
Viu só a diferença?
 
O Lightroom é especialmente prático para quem fotografa em RAW, e tem ferramentas especialmente feitas para agilizar a vida do fotógrafo. O Photoshop “só” serve para manipular imagens.
 

 
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quarta, 02 de maio de 2012 as 10:10:42 | Dicas para Fotografia
Distância Focal
 

A definição física de distância focal é que ela representa a distância entre o centro ótico de uma dada lente delgada e seus pontos de foco, quando o meio em que se encontram inseridos o plano principal do objeto e o plano principal da imagem é o mesmo (como ocorre na maioria das situações em que fotografamos), então a distância focal imagem e a distância focal objeto serão iguais.

A distância focal interessa para a fotografia, pois possibilita determinar qual o ângulo de visão de uma objetiva quando fotografando um objeto focalizado sobre uma dada mídia. Para determinar o ângulo de visão que uma lente terá ao projetar a imagem de um objeto sobre uma determinada mídia, basta aplicar o teorema de Pitágoras sobre o triângulo formado pela mídia e os raios de luz que passam pelo centro ótico da lente, atingindo os extremos da mídia para formar a imagem. 

Como podemos perceber, o triângulo formado terá como altura a distância entre a mídia e o centro ótico da lente e como base o tamanho da mídia. A distância entre a mídia e a lente pode ser obtida através da equação de Gauss, que descreve a relação entre a distância focal e as distâncias do objeto e da imagem em relação ao centro ótico da lente, a equação de Gauss é dada por: 

Onde Df é a distância focal, Do é distância do objeto em foco em relação ao centro ótico da lente e Di é a distância entre a mídia (onde deve se formar a imagem do objeto em foco) e o centro ótico da lente. Como podemos perceber pela equação de Gauss, quanto mais distantes do centro ótico estiverem os objetos, mais próximas estarão suas imagens do foco imagem, isso faz com que a mídia tenha que ficar mais próxima do ponto de foco conforme o objeto em foco se afasta da objetiva e mais distante do ponto de foco conforme o objeto em foco se aproxima da objetiva. 

Com isso podemos dizer que, para obter nitidez em objetos distantes as lentes da câmera serão posicionadas de forma que o foco imagem fique próximo da mídia, enquanto para objetos mais próximos podemos dizer que as lentes da câmera serão posicionadas de forma que o foco imagem fique mais distante da mídia. 

 
Quando a distância entre o objeto fotografado e o centro ótico da lente for muito maior do que a distância focal (o que ocorre com freqüência na prática), a distância entre a mídia e o ponto de foco imagem será muito próxima da distância focal, portanto podemos calcular o ângulo de visão aproximado de uma lente para um objeto distante a partir da própria distância focal, pois neste caso a diferença entre a distância focal e a distância da imagem em relação ao centro ótico da lente seria insignificante quando aplicada no cálculo do ângulo de visão. Como exemplo podemos imaginar nossa objetiva de 50mm fotografando um objeto a 5 metros de distância do centro ótico da lente, assim teríamos:
 

Fica claro pelo exemplo acima que quando tratamos de um objeto distante a diferença entre a distância da mídia e a distância focal é muito pequena para afetar significativamente o cálculo do ângulo de visão (não para o ajuste do foco, onde essa pequena variação pode comprometer seriamente a nitidez da imagem), portanto para efeito prático, o cálculo do ângulo de visão em situações corriqueiras pode ser feito tendo como distância aproximada a própria distância focal. 

 
Sabemos pelo teorema de Pitágoras que a tangente de um dado ângulo α em um triângulo retângulo é dada pela equação: 
 



Onde CO é o cateto oposto do triângulo, CA é o cateto adjacente do triângulo e α é o ângulo procurado. Para obtermos o triângulo retângulo necessário para o cálculo através do teorema de Pitágoras usamos a altura de nosso triângulo, que é a distância da imagem (Di) arredondada para a distância focal, como cateto adjacente do triângulo retângulo, o cateto oposto será igual a metade da diagonal da mídia (DM), sendo assim o ângulo α irá equivaler exatamente à metade do ângulo visão β coberto por nossa objetiva. 

Como exemplo do cálculo do valor aproximado do ângulo de visão de uma objetiva, fotografando objetos distantes, podemos imaginar uma objetiva com distância focal de 28mm, formando uma imagem em um filme convencional no formato 135, cuja diagonal útil é 42,4mm:  
 




Portanto nossa lente de 28mm, quando usada em uma mídia do formato 135 para fotografar objetos distantes, irá produzir um ângulo visão diagonal aproximado de 74,31°. 

Normalmente o valor aproximado do ângulo de visão é funcional para a grande maioria das condições de dia a dia, a ressalva fica por conta das fotografias próximas ou das macro fotografias. 
 
De posse destas relações é possível obter os ângulos de visão vertical, horizontal, diagonal e suas aproximações, em qualquer tamanho de mídia e em qualquer distância focal. Estas relações também deixam claro que quando variamos o tamanho da mídia ou a distância focal, temos uma variação do ângulo de visão do conjunto, de forma que quanto maior a distância focal menor o ângulo de visão e quanto menor a mídia menor o ângulo de visão do conjunto. 

Portanto, quando mantemos as dimensões da mídia, uma lente com distância focal de 300mm irá apresentar um ângulo de visão menor do que uma lente com distância focal de 70mm, ao passo que a mesma lente com distância focal de 70mm apresentaria um ângulo de visão menor em uma câmera com mídia APS (23,7mm x 15,6mm) do que em uma câmera com mídia do formato 135 (35,0mm x 24,0mm). 

 
Alguns Exemplos da relação da distância focal na formação da imagem podem ser vistos a seguir. 
 

 
 

As objetivas fotográficas também são classificadas segundo a distância focal por três nomenclaturas, que têm origem na relação entre a distância focal e a diagonal da mídia. 

Distância Focal->Denominação
Maior do que a diagonal da mídia->Teleobjetivas
Igual à diagonal da mídia->Normais
Menor do que a diagonal da mídia->Grande-angulares
 
As teleobjetivas são conhecidas por seu ângulo de visão mais fechado, que provocam a sensação de aproximação do objeto, as objetivas normais têm por característica um ângulo de visão mais natural quando relacionado com a visão humana e sua perspectiva, enquanto as grande-angulares são objetivas que possuem um ângulo de visão mais aberto, abrangendo um espaço maior do quadro e provocando a sensação de afastamento dos objetos. 
 
Com o uso intenso das câmeras do formato 135 (que foram dominantes no passado), foi criada uma associação entre distância focal e o ângulo de visão de uma dada lente, isso porque o tamanho da mídia usada era quase sempre o mesmo (as tradicionais películas de 35mm), assim o que produzia as variações no ângulo de visão eram exatamente as mudanças da distância focal, ou seja, no lugar de medir o ângulo de visão de uma dada objetiva criou-se o hábito de associar a idéia de um dado ângulo de visão a uma certa distância focal. 
 
Este hábito, consolidado por um longo período de dominância dos sistemas 135, criou um problema quando foram lançados os equipamentos de fotografia digital, pois cada câmera possuía um tamanho de mídia diferente, derrubando por terra a “padronização” de mídia que existiu por um longo período de tempo. Isso forçou os fabricantes a criarem os fatores de conversão (também chamados de fatores de Crop), para que o fotógrafo pudesse estimar o ângulo de visão de sua lente, a partir do ângulo esperado por uma objetiva equivalente no sistema 135. No exemplo abaixo temos as diferenças entre os ângulos de visão de uma câmera com mídia 135 e uma câmera com mídia APS. 
 

Para sabermos qual seria a distância focal no sistema 135, que produziria o mesmo ângulo de visão de uma lente de 28mm instalada em um sistema APS, bastaria preenchermos a equação abaixo: 

 
 
Onde, α é o ângulo de visão na mídia 135, ω é o ângulo de visão na mídia APS, DM135 é a diagonal da mídia 135, Df135 é distância focal da mídia 135, DMaps é a diagonal da mídia APS e Dfaps é a distância focal da mídia APS. 
 
Então para termos em uma câmera do sistema 135 o mesmo ângulo de visão dado por uma distância focal de 28mm em uma câmera de sistema APS, teríamos: 
 
 
 

Portanto a distância focal que produziria o mesmo ângulo de visão no sistema 135 que uma distância focal de 28mm no sistema APS seria 42mm. Note que sendo 1,5 . Dfaps = Df135 podemos afirmar que o ângulo de visão de uma dada distância focal em um sensor APS será sempre equivalente ao ângulo de visão de uma lente com distância focal 1,5 vezes maior em uma mídia do formato 135. Esta relação foi denominada de Crop ou Fator de Corte e ao ser multiplicado a uma dada distância focal, em um dado formato, este fator possibilita saber a distância focal que teria o mesmo ângulo de visão em um equipamento com uma mídia de outro formato. 

Alguns fabricantes chegam a indicar as distâncias focais de seus equipamentos na forma de distância focal equivalente em formato 135, isso para viabilizar o entendimento dos ângulos de visão pelos usuários habituados a este padrão. É necessária atenção por parte do fotógrafo para saber se o que está sendo indicado é a distância focal real ou a distância focal equivalente ao mesmo ângulo de visão em outro sistema, pois a distância focal real é quem determina fatores como a profundidade de campo e o próprio ângulo de visão da objetiva. 

Muitas objetivas possibilitam uma variação da distância focal, o quociente da máxima distância focal pela mínima distância focal de uma objetiva é denominado Zoom, o Zoom indica apenas quantas vezes a máxima distância focal de uma objetiva é maior do que a sua mínima distância focal. 
 
As objetivas Zoom costumam indicar o intervalo de distâncias focais que conseguem atender pela notação Min-Max mm, onde Min é a distância focal mínima em número absoluto, Max é a distância focal máxima em número absoluto e mm é a unidade de milímetros para ambas as distâncias focais. Alguns exemplos de lentes Zoom são: 

Notação da lente Mínima distância focal Máxima distância focal Zoom Máximo ângulo de visão* Mínimo ângulo de visão*
35-70mm 35mm 70mm 2X 62,45° 33,73°
200-400mm 200mm 400mm 2X 12,11° 6,07°
15-35mm 15mm 35mm 2,33X 109,49° 62,45°
28-105mm 28mm 105mm 3,75X 74,31° 22,85°
18-200mm 18mm 200mm 11,11X 99,38° 12,11°

* ângulos de visão calculados para objetos distantes e para a diagonal de uma mídia no formato 135.

Diferente do que muitos estão habituados a pensar, o Zoom não é capaz de nos indicar o ângulo de visão de uma dada lente, sendo que lentes com o mesmo Zoom podem apresentar intervalos de ângulos de visão diferentes e assim produzir resultados diferentes, portanto o que realmente precisamos saber para manipularmos o enquadramento de uma imagem é a distância focal e não o Zoom de um dado dispositivo ótico. 

Fonte: www.forum.mundofotografico.com.br

 
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sexta, 27 de abril de 2012 as 10:15:47 | Dicas para Fotografia
Dicas básicas para facilitar a vida do fotógrafo social
 

Para facilitar a vida do fotógrafo iniciante, seguem uma série de pequenas dicas que auxiliarão tanto na prática durante a cobertura de eventos, como na busca por uma identidade fotográfica.

Abuse da luz ambiente             

Se o local tiver boa iluminação, aproveite. Veja se o local oferece janelas ou portas por onde a luz pode entrar e utilize-as para criar efeitos diferenciados de iluminação.

Evite flash direto

Se o teto for baixo, é o melhor rebatedor que você vai encontrar durante sua carreira como fotógrafo social. Abuse das luzes rebatidas para criar uma iluminação mais suave. Quando não for possível rebater no teto, tente utilizar um difusor no próprio flash.

Verifique as imagens no LCD

Uma das grandes vantagens da tecnologia digital é permitir ao fotógrafo uma visualização imediata do resultado. Após cada clique, dê uma rápida espiada para ver se está tudo de acordo. Caso não esteja, corrija o que for necessário e repita a foto.

Leve um segundo fotógrafo

Cada profissional tem um olhar diferenciado, um estilo particular de ver as coisas pelo visor da câmera. Quando possível, leve um segundo profissional com você, e deixe ele fazer o mesmo trabalho, mas de ângulos diferentes. Você terá todas as cenas com inúmeras variações. Além disso é uma segurança: caso ocorra qualquer problema, pessoal ou com o equipamento, ele pode continuar o trabalho até você voltar à ativa.

Atualize-se

Para o fotógrafo em início de carreira no meio social a atualização é obrigatória. Saiba quais as tendências, o que os melhores do mercado estão fazendo, enquadramentos, iluminação, acessórios utilizados. A internet é um prato cheio, uma grande biblioteca de portfólios de fotografia social. Dedique um tempo à pesquisa.

Ofereça até o que não tem

Não, não é para enganar o cliente. Faça uma boa rede de relacionamentos com profissionais de outras áreas como cinegrafistas, editores de vídeo, laboratórios, encadernadoras, diagramadores e tantos mais forem necessários. Você não precisa fazer de tudo, apenas conhecer as pessoas certas para terceirizar os serviços.

Fonte: www.dicasdefotografia.com.br

 
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terça, 24 de abril de 2012 as 10:20:07 | Dicas para Fotografia
Ser curioso, a qualidade de um bom fotógrafo
 

A curiosidade estimula a percepção de detalhes que outras pessoas “comuns” não percebem. Para comprovar é só dar uma olhada nas fotografias classificadas como “mais interessantes” do flickr, por exemplo. Lá você encontra uma porção de imagens maravilhosas e variados temas que são escolhidos aleatoriamente, tendem a ser coisas do cotidiano que muita gente nem imaginava que poderia ficar tão bonita retratada em uma fotografia.

Faz os fotógrafos descobrirem novas maneiras de capturar assuntos “normais”

Outro detalhe que chama atenção nas fotos que são escolhidas no flickr, é que são imagens com temas já batidos, mas abordados de formas diferentes, deixando o comum que a gente já está cansado de ver com uma cara nova.  Isso é possível quando o fotógrafo foge do usual através de ângulos diferentes, testando novas possibilidades de capturar uma imagem de acordo com as possibilidades da câmera, ou simplesmente experimentando coisas básicas como pontos focais – particularmente as fotografias em macro – não pensando anteriormente.

Sede por novos conhecimentos

É perceptível que a grande maioria das fotografias mais interessantes são de fotógrafos que estudaram e buscaram conhecer seu equipamento por completo. É sempre importante saber tudo que é possível fazer com sua câmera, a curiosidade faz os fotógrafos descobrirem cada vez mais as possibilidades dos seus equipamentos. Existem milhares de experiências acontecendo no mundo fotográfico, isto é uma evidência do grande número de mentes curiosas que tentam descobrir o que pode acontecer se capturarem uma imagem dessa maneira ou de outra.

Fotógrafos curiosos intrigam os observadores de suas imagens

Ainda não é uma teoria comprovada “cientificamente”, mas as pessoas costumam gostar mais das produções dos criativos. As fotografias desses curiosos são mais atrativas aos olhos dos observadores e ao mesmo tempo ajuda a ver o mundo de maneiras diferentes e inesperadas.

Fonte: fotografeumaideia.com.br

 
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